PQU fecha 2007 com elevação de 16,4% no lucro líquido acumulado

A Petroquímica União S.A. (BOVESPA: PQUN3/PQUN4) anunciou resultados para o ano fiscal de 2007, encerrado em 31 de dezembro passado. A empresa obteve lucro líquido de R$ 172,2 milhões, um incremento de 16,4% em relação a 2006. A rentabilidade medida em lucro líquido sobre o patrimônio líquido alcançou 21,8% e o EBITDA saltou de R$ 283,2 milhões para R$ 323,8 milhões, 14,3% superior ao de 2006.


Os resultados de 2007 foram influenciados positivamente por um saldo de itens não recorrentes de R$ 9,7 milhões, e os de 2006 por um saldo R$ 68,7 milhões. Desta forma, desconsiderando os eventos não recorrentes, a melhora do resultado líquido foi de 68,3%. “O aumento expressivo nos preços da nafta no mercado internacional, que alcançou US$ 865,00/ton, exigiu foco intenso na otimização das políticas operacionais e comerciais, para maximização do retorno por tonelada consumida”, explicou o presidente da companhia, Rubens Approbato Machado Jr.


Os números falam por si. Em 2007, o índice de uso da capacidade instalada atingiu 94,9%. O faturamento bruto totalizou R$ 4,5 bilhões, 9% acima de 2006 (R$ 4,1 bilhões). O faturamento líquido apresentou crescimento de 7,4% em relação ao ano anterior, alcançando o recorde de R$ 3,2 bilhões. O volume total de produtos petroquímicos comercializados foi de 1.544 mil toneladas, um acréscimo de 3% em relação a 2006. Destaque para o recorde histórico de exportações de 146 mil toneladas, o equivalente a R$ 237 milhões.


Um dos pilares do desempenho foi a capacitação e motivação dos colaboradores. No período, o treinamento somou 55 mil horas, média de 85 h/colaborador. “Reforçamos também nossa gestão de segurança operacional, o que resultou em um novo recorde de dias sem acidentes com afastamento”, ressaltou Approbato.


O projeto de expansão da capacidade, com partida programada para o segundo semestre de 2008, teve avanço importante, com o índice de execução do empreendimento evoluindo de 18% para 63% durante 2007. “O ano de 2008 será um marco para a empresa que, após seis anos de campanha ininterrupta, realizará a parada geral de manutenção e interligação do projeto de ampliação”, informou Approbato. “Adicionalmente a estes desafios, a inclusão da PQU no processo de consolidação de ativos petroquímicos do Sudeste proporcionará ganhos de escala e aumento substancial de competitividade à companhia resultante”, concluiu o executivo.


Sobre a Petroquímica União


A PQU, primeira central petroquímica do Brasil, entrou em operação em 1972. A empresa emprega cerca de 650 colaboradores, diretamente, e produz, a partir da nafta, mais de 1,5 milhão de toneladas por ano de petroquímicos básicos – etileno, propileno, butadieno e benzeno, entre outros. A PQU tem capital aberto e suas ações são negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo/BOVESPA.


Fonte: Assessoria TN Petróleo - 13 de fevereiro de 2008

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